Foi essa pergunta que mudou minha vida como pai — e me levou a transformar inquietação em método estruturado, validado e aplicável em qualquer instituição.
Método
Exclusivo
Eu sou o Silas. Por anos, caminhei pelos corredores da escola com o olhar técnico de um servidor de TI. Mas no dia em que recebi o laudo de TEA do meu filho, Murilo, deixei de ser apenas o técnico — e me tornei um pai cheio de perguntas sobre o futuro dele.
Olhei para a instituição que me formou — responsável por grande parte da minha trajetória profissional — e me questionei:
“Será que meu filho terá aqui as mesmas oportunidades que eu tive, ou ele apenas estará matriculado… sem realmente pertencer?”
Eu não aceitei viver na dúvida.
Transformei minha inquietação em pesquisa. Mergulhei na educação, na legislação e na prática institucional.
E descobri algo simples e poderoso:
Inclusão não é favor. É estrutura.
Pertencimento não é sorte. É construção.
O método que nasceu da minha inquietação não resolveu tudo de imediato — mas transformou angústia em direção, improviso em estrutura e boa vontade em processo.
E pode fazer o mesmo pela sua escola.
Muitas escolas acreditam que estão incluindo: aceitam a matrícula, colocam uma carteira na sala, entregam o material... e esperam que a criança se adapte.
Isso é integração. Inclusão é outra coisa.
Inclusão é quando a escola entende que não é o aluno que precisa caber no sistema — é o sistema que precisa se ajustar para acolher o aluno.
E, na prática, descobri que quase sempre esbarramos em três barreiras invisíveis:
Inclusão não acontece por acaso. Ela é construída em três pilares.
Depois de estudar, aplicar e testar na prática, entendi que a inclusão real só se sustenta quando três bases trabalham juntas:
Sem decisão institucional, nada se mantém.
É aqui que a inclusão deixa de depender da boa vontade individual e passa a virar política, orçamento e responsabilidade clara.
Organização é o primeiro passo do pertencimento.
O aluno não vive apenas na sala de aula.
Inclusão é rede — não improviso.
Aqui está o coração.
Não é “facilitar”. É ensinar de forma diferente para quem aprende de forma diferente.
Não é teoria. É ferramenta aplicável.
Você descobre exatamente onde sua escola está — e o que precisa evoluir.
Um mapeamento claro das barreiras invisíveis que travam a inclusão.
Você deixa de ser “o pai que reclama” e passa a ser parceiro técnico da escola.
O caminho estruturado para sair do improviso e evoluir com consistência.
Se você sente que a inclusão ainda depende da sorte,
da boa vontade
ou da improvisação…
Este guia foi escrito para você.
Se você já saiu de uma reunião escolar sem saber exatamente o que dizer…
Aqui você aprende:
Você deixa de depender apenas da esperança.
Se você quer incluir, mas sente que falta estrutura…
Aqui você encontra:
Inclusão deixa de ser peso e passa a ser processo.
Se a inclusão hoje é vista como obrigação legal…
Você pode transformá-la em:
Porque escolas que acolhem melhor, educam melhor.
Comunidade
Escola Para Todos
Silas Antônio Cereda da Silva
Mestre em Educação • Técnico em
TI • Pai do Murilo
"Não escrevi este livro como um pesquisador distante da realidade. Escrevi como pai."
O Método inTEgrA não nasceu em um laboratório acadêmico. Nasceu da vida real. Da responsabilidade de olhar para a escola que transformou a minha história — e desejar que ela também estivesse preparada para transformar a dele.
Não resolvemos tudo da noite para o dia. Mas deixamos de depender do improviso.
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